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Um grito:
VAVÁ TOMA NO CU, VAVÁ!
Escrito por flaks ou popeye ou outro às 09h05
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Pensamento da manhã de hoje:
Estamos virando rebanho?
Explico: Semana passada passei, caminhando, pelo semáforo da Av. Bandeirantes com Av. Luis Carlos Berrini e lá estava um marronzinho/amarelinho apitando, gesticulando e acenando para o mar de carros parar ou continuar. Detalhe: nenhum sinal de defeito nas luzes dos semáforos. Simplesmente estava lá, o funcionário público, para manter a ordem e certificar que os talentosos motoristas de nossa cidade seguissem as regras de verde/amarelo/vermelho e não fechassem qualquer um dos cruzamentos.
Hoje de manhã, a mesma cena. Só que dessa vez foi perto da minha casa, no farol da Av. Rebouças com Av. Henrique Shauman. Outro marronzinho estava apitante, gesticulante e acenante. Mesmo com as luzes farolescas funcionado perfeitamente.
Então, volto a perguntar: Estamos virando um rebanho? Ou sempre fomos e simplesmente me dei conta hoje?
Escrito por flaks ou popeye ou outro às 15h00
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Nos Cinemas...
Aproveitando o final de semana em SP e o friozinho que anuncia a chegada do inverno fui ao cinema 3 vezes no ultimo final de semana. E tive boas surpresas.
Na sexta assisti o australiano OLHE PARA OS DOIS LADOS. No dia seguinte foi a vez de ALPHA DOG e por último CARTOLA
Não tenho o costume - e nem o talento - de escrever muitas resenhas ou impressões sobre filmes. Só quero registrar que todos eles valem a ida ao cinema!
Escrito por flaks ou popeye ou outro às 09h19
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Voltando aos trabalhos lentamente, levanto apenas uma questão que me afligiu durante esta tarde:
Por que a palavra "transa" não se pronuncia "trança".
Levando em consideração o "n" antes do "s", supus que a pronuncia certa da palavra seria a segunda opção, assim como "cansar" e "pensar".
NOS SALVE PASQUALE!
Escrito por flaks ou popeye ou outro às 16h44
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Abuzinemos!
Fiquei com saudades, e estou de volta.
Faço aqui um convite público: VOLTA MARCHESANO!!!
Espero que todos, aos poucos, voltem tambem.
E espero tambem que novos adeptos apareçam.
Sinto falta deste espaço. Foram poucos meses de atividade, mas deixaram saudade
Pois vamos matar essa saudade. E mãos a obra!
Escrito por flaks ou popeye ou outro às 15h41
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Elas servem pra dormir, servem pra olhar e servem pra sentir. Também servem pra ouvir, pra falar, pra dançar. Há os tipos que acham que aguçam o flertar, ajudam a cantar, facilitam o seduzir. Mas também servem pra deixar, pra estar, pra fazer.
Um aficcionado por cinema disse que elas servem para assistir, pra debater, pra comentar. O poeta faz uso delas para escrever, o trouxa as joga pelo mar, o ansioso as deseja sem parar. O boemio as toma no bar e os reprimidos usam-na para se libertar.
E servem para conhecer, pra provocar, pra perguntar. Servem pra rememorar, pra revelar, servem perfeitamente pra sonhar. Dão tempo pra conquistar, pra namorar, pra transar. Deixam espaço pra tranquilizar, pra amansar...pra refletir. Ajudam a planejar.
Trazem a maresia da praia e carregam nos bolsos ares de campo. Teimam em reunir amigos, em aproximar casais e são mestres em criar historias que ficam por toda a vida. São vaidosas, desejam fotos, retratos, lembranças. Mas o que fazem de fato concreto, comprovado e verdadeiro é trazer o bem que mais precisamos: o tempo.
E, acreditem, servem ainda pra beber, pra nadar, pra correr. São feitas pra gozar, pra compor, pra tocar, pra querer. E ainda usam pra fumar, pra amar, pra conhecer, pra se esconder, pra se mostrar, pra explorar, pra não ficar, pra trocar, pra procurar, pra descobrir.
Servem pra relaxar.
FÉRIAS.
Escrito por flaks ou popeye ou outro às 03h52
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CONTRIBUIÇÃO MULTI-DISCIPLINAR VINDA LÁ DE LONGE, MAIS PRECISAMENTE PARIS. CHIQUE, NÃO?
OBRIGADO, SEU DANIEL COUTINHO.
Ode a dama da noite
Quantas vezes senti teu corpo contra o meu? Oh dama da noite e senhora das manhas! E quantas vezes preenchi o suco teu? Que com sutileza sempre bem me acolheu
E ainda ha' muitos que ousam em dizer: Que tu nada vales Que em teu ventre nada se constroi Que as almas perdidas se acumulam ao teu redor!
Ah... deixe falarem! Pois esses pobres nao enxergam a metade, E nao entendem a mais pura das verdades, Que e's tu sinuca a razao do meu viver!

Escrito por flaks ou popeye ou outro às 12h32
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NA PELE.
Sem hipocrisia, somos filhos da classe média. Pode ser um pouco mais pra cima ou mais abaixo, mas filhos da classe média. Ou seja, temos acesso a um computador, podemos produzir um blog e temos condições de vida acima do padrão deste Brasil.
Em realidade o que temos hoje é um país em colapso. Um sistema de educação em colapso, um sistema de transporte público em colapso, um sistema público de saúde em colapso. Há também outros, como os sistemas político e previdenciário a beira de um colapso, clamando por reformas. E a economia, se não está em colapso, anda de lado amarrada por uma gestão infeliz de um presidente sem pulso e, pior, que não decide porque simplesmente ignora profundamente os aspectos técnicos do assunto. E brada por 5% de crescimento como se isso fosse acontecer por medida provisória. E tem também o colapso do sistema elétrico, tributário...
Mas a realidade é que os efeitos de um Estado incapaz de proporcionar os serviços básicos - principalmente no que tange a Saúde, Educação e Transporte - e outras contrapartidas sociais aos impostos pagos por todos nós, na maioria das vezes, só são notados pelos pobres. Pobre no sentido de precisar recorrer ao pífio serviço público de saúde quando há um problema grave de doença na família. Pobre porque a única opção é matricular as crianças em creches e escolas públicas. Pobre no sentido de precisar pegar 3 ou 4 conduções - entre trem, metro e ônibus - para ir e voltar do trabalho todos os dias. Isso é pobre. Não em valor monetário, mas sim por necessidade de utilização dos serviços públicos.
E nós ricos, ou classe com possibilidade de abrir mão dos serviços públicos, não sofremos com isso. Estudamos em escolas particulares, temos plano de saúde, andamos de automóvel ou moramos relativamente próximos ao trabalho. Sofremos sim com trânsito caótico, com violência. Mas não necessitamos dos serviços públicos fundamentais. O trânsito, apesar de motivo recorrente de stress e incômodo, é um mal menor. E com a violência aprendemos a conviver, nos protegendo atrás de grades e janelas fechadas dos carros. Ou seja, não sentimos cotidianamente na pele os efeitos de um Estado medíocre.
Pois bem, a crise na aviação mudou esse cenário. Executivos, médicos, artistas, jornalistas, políticos, intelectuais, professores, empresários, advogados – enfim, exatamente aqueles que não sofrem com a precariedade dos serviços públicos e têm condições de comprar uma passagem de avião – agora sentem de perto e sofrem com a incapacidade administrativa do Estado. E aí, naturalmente, se revoltam, xingam, se escandalizam, berram, cobram.
A realidade é que pimenta nos olhos dos outros é colírio. O camelô que vende discos piratas na 25 de março pouco se importa com a crise da aviação. A copeira que serve café em uma bonita loja no shooping não se abalou com 47% dos vôos atrasados na semana passada. A moça que faz a higiene nos banheiros da empresa onde você trabalha e o entregador que levou a pizza na sua casa no último domingo nunca ouviram falar de Cindacta-1 ou de controladores de vôo. Pra essas pessoas – que constituem a maioria de nossa sociedade – a verdade é que isso não importa.
Se os mesmos que hoje sofrem com a crise na aviação do país conhecessem a realidade dos serviços públicos fundamentais - e de fato precisassem deles – aí sim teríamos um escândalo nacional, um golpe de Estado, uma revolução! Mas hoje quem tem nas mãos a mídia e o poder só padece nos aeroportos e não se conscientiza nem se sensibiliza com outros males infinitamente maiores.
E quem pega 4 ônibus e leva 2 horas pra ir e mais 2 horas pra voltar do trabalho e que mal teve oportunidade de educação não tem o poder e os meios para se fazer ouvir. E está ocupado demais na fila do SUS pra se preocupar com os distantes aviões que passam voando alto por cima do seu barraco inundado na favela.
Escrito por flaks ou popeye ou outro às 13h06
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Saúde!
Um brinde a mediocridade de TODAS as operadoras de telefonia celular no Brasil. Somos todos irmãos nesse ódio conjunto a estas empresas de merda!
Escrito por flaks ou popeye ou outro às 13h05
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O TRÂNSITO DE SÃO PAULO É UM CIRCO.
E SOMOS TODOS PALHAÇOS.
Escrito por flaks ou popeye ou outro às 10h37
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O SR. GUIGLÉ LHES CONVIDA A PROCURAR AS BANDAS "ESCONDIDAS" NA SEGUINTE FOTO:

Escrito por flaks ou popeye ou outro às 17h30
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SÃO PAULO in SELF-PORTRAIT, 2006.

Certamente também na sua "telinha", todos os dias. E nessa semana com tempero da chuva, muita chuva. Velocimetro zero. Paciência mil.
Tenho a impresão que o próximo Gates será aquele que inventar uma forma de tornar útil e agradável os intermináveis minutos que os humanos passam ao volante do carro...
Escrito por flaks ou popeye ou outro às 11h01
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PRIMEIRA CONTRIBUIÇÃO DO SR. GUIGLÉ - vulgo Guilherme Szniter Glezer:
Eu, um ser humano do sexo masculino, e sem dúvidas quanto a minha opção sexual (no caso, heterosexual, mas poderia ser qualquer outra: pan, homo, bi, tri... ), gostaria de dividir uma dificuldade entre os homens: a ida ao banheiro, mais especificamente ao mictório com "unidades" enfileiradas.
Abordarei esse assunto com vocês, já que morro de curiosidades do mundo intimo feminino, tais como: por que elas vão sempre juntas ao banheiro ou como é o processo de decisão de compra de um absorvente ou mesmo, como elas urinam em banheiros imundos nos postos de gasolina. Enfim, voltemos ao assunto vigente: os mictórios.
Venho aqui, invadir o espaço alheio, para relatar a minha ida diária ao mictório, já que trabalho numa empresa na qual os banheiros são constituídos de 2 mictórios e 2 privadas, essas, foram tão mal projetadas, que as tampas não ficam na posição horizontal.
Toda vez que preciso urinar, e por acaso, faço isso inúmeras vezes ao dia, me encontro na seguinte encruzilhada.
Ir às privadas para urinar, considero um dilema ímpar. Se quiser ser politicamente correto, e sou, deveria mijar (deixando a formalidade de lado) segurando a tampa, para não sacanear o próximo. Isso é um malabarismo e tanto, já que sou alto e sofro com a minha coordenação motora. Enfim, é inviável. Outra opção existente, que acho muita sacanagem e não chego a cogitar, seria mijar com a tampa abaixada. Isso seria não pensar na pessoa que virá para outras atividades, tal como ler o jornal de esportes do dia.
Me restam os mictórios. Ahhhhh, os mictórios...
Você, mulher, não imagina do que estou falando.
É ai que entra a chamada "corrida maluca"... Quando entro no banheiro junto com alguém que quer urinar, e tem o mínimo de caráter (ou seja, não mija nas privadas), é um pega pra capar nos mictórios. Lembrem-se, são dois mictórios, um ao lado do outro.
Calma, eu explico.
Homens de uma maneira geral, tem muita dificuldade para urinar num mictório com alguém ao lado. Não vou discutir o mérito disso, mas o fato é que é bem foda!
Só consegue mijar quem solta o primeiro jato antes... Quem perde a corrida, não mija nem fudendo! Só realiza depois que o outro for embora. E isso é uma derrota inabalável. Isso é um fato concreto e aguardo provas dos camaradas-machos que discordarem.
Enfim, precisava dividir isso com vocês, já que hoje estou sendo derrotado por 4 x 0 e preciso me recuperar da derrota. Minha dignidade está em jogo.
Agora me deem licença, que tenho que me recuperar no placar. Torçam por mim.
Escrito por flaks ou popeye ou outro às 18h41
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A FESTA DO LUTO
Prestei, anteriormente, minhas homenagens e reverências devidas ao mestre Altman.
Mas outras duas mortes, neste mês, fizeram-me querer falar um pouco sobre um tema que tanto me gusta – o Cinema.
Verdade que todos eram velhinhos na ocasião de suas mortes, mas isso não anula a perda.
Philippe Noiret (1930-2006), Jece Valadão (1930-2006) e Robert Altman (1925-2006) marcaram o cinema de formas distintas.
O primeiro será sempre lembrado por dois papéis.
O Pablo Neruda de o “Carteiro e o Poeta” e o projecionista Alfredo de “Cinema Paradiso”. Nos emocionou indelevelmente com estas duas películas. Ainda fez coisas transcendentais como a “A Comilança”, de Marco Ferreri, que nos fez “nausear”, e nos deixou uma pérola vista há poucos meses nas salas dos cinemas em “Pai e Filhos”.
O segundo encarnou personagens inesquecíveis de Nelson Rodrigues na telona no “Boca de Ouro” e em “Bonitinha, mas Ordinária”. Deixou a eterna imagem de cafajeste, até mesmo fora da tela.
O terceiro deixou uma obra ácida e genial. A primeira vez que vi MASH nunca esquecerei. E também nunca esquecerei seus filmes com 20 personagens e nenhum protagonista. É só ver os filmes dos cartazes à baixo que irão entender.
Novembro foi um mês de perdas para o cinema, por um lado.
Mas é luminoso por outro.
Dificilmente temos Scorcese, em grande forma, e Almodóvar, também em forma perfeita, ao mesmo tempo no circuito. Ainda há a “pequena pérola” do ano, “Pequena Miss Sunshine”, o último de Altman, um bom noir de De Palma, entre outros muitos.
Como, às vezes acontece, a obra do artista acaba recebendo um valor aguçado na época de sua partida. Por que não valorizar mais a arte nesse momento quando perdeu alguns de seus colaboradores?
Aproveita que a safra ta boa.
Escrito por flaks ou popeye ou outro às 17h26
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FALTA DE AR
Botas vermelhas, calça social marrom e camisa de manga curta.
Nas botas, um calor médio de 85 Cº.
Nas calças, 67 Cº.
E na camisa, 56 Cº.
Como um ser vivo, de braços, pernas, tronco e cabeça é capaz de trabalhar num ambiente de trabalho sem ar-condicionado? No começo do verão tropical.
Acabo de ver o cara da manutenção levando os galões de água vazios.
O consumo de um dia de calor na empresa toda deve ser de 2 galões.
Hoje vai bater nos 6.
O ar-condicionado está quebrado.
Não vejo ninguém trabalhar. Apenas moscam em suas máquinas esperando a hora de ir pro bar ou pra piscina. Ou nenhum dos dois. Apenas um banho.
Espero que o ar-condicionado do teatro de mais tarde exista de alguma maneira.
Assim não dá.
Ou melhor, dá pra derreter.
Se sexta-feira à tarde já é complicado organizar as idéias e colocar no papel, no computador na verdade, imaginem com seu corpo lerdo e quente! Vou embora.
Escrito por flaks ou popeye ou outro às 16h20
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